1. Mistério Central

– Precisa ter uma pergunta ou enigma principal que sustente a curiosidade (ex.: Quem criou o jogo?, Por que esse local está abandonado?, O que aconteceu com tal personagem?). – O mistério não deve ser óbvio, mas também não pode ser impossível de entender.


2. Camadas de Narrativa

– Uma boa lore tem níveis de profundidade:

Superficial: a história básica que qualquer um entende.

Oculta: mensagens escondidas, pistas em códigos, fragmentos de texto, arquivos estranhos.

Profunda: teorias que só quem junta tudo vai entender.


3. Ambiguidade Calculada

– Nem tudo precisa ser explicado. Deixar lacunas é essencial para estimular a comunidade a teorizar. – O ideal é que as peças se conectem, mas ainda abram margem para interpretações.


4. Tom e Estilo Coerentes

– Defina se seu ARG é sinistro, conspiratório, cômico, surreal ou nostálgico. – A estética (textos, imagens, vídeos, até o design do site/jogo) precisa seguir esse mesmo tom.


5. Pistas Fragmentadas

– Espalhe a lore em diferentes formatos: arquivos corrompidos, e-mails, falas de NPCs, sites falsos, números escondidos em imagens, até títulos de vídeo. – Isso cria a sensação de que a história está escondida em vários lugares, como se fosse maior do que apenas um jogo ou vídeo.